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segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Curiosidades da Amazônia-RITUAL DA TUCANDEIRA OU TOCANDIRA

“Entre integrantes da tribo Sateré-Mawé, existe um ritual inusitado que marca a passagem do adolescente para a fase adulta".

Os meninos são instigados a colocar a mão em uma luva de palha trançada infestada de formigas tucandeira, e aguentá-las durante pelo menos 10 minutos, enquanto todos os índios dançam ao redor em uma música em língua local. Em seguida, a luva é repassada ao índio do lado (que também deve aguentar os 10 minutos), e assim por diante, até passar por todos os adolescentes que estão ingressando na vida adulta. Durante o ritual os adolescentes ficam com suas mãos inchadas seguidos de vários efeitos,  como febre, câimbra, vermelhidão nos olhos, etc. O ritual prossegue com danças de roda por 11 horas. Para se tornar um guerreiro, os jovens Sateré-Mawé devem passar por esse ritual 20 vezes.

Ecos da cidade manuara

"O Museu particular do Senhor das Olimpíadas, Roberto Gesta de Melo" 

Carlos Cruz, repórter/ Fotos Roberto Santos

Em breve o público vai poder apreciar este gigantesco mundo Olimpico, na Arena da Amazônia.
Roberto Gesta de Melo, que mora em Manaus, mas considerado um cidadão do mundo olímpico, é uma celebridade, dessas que dá orgulho estar perto. Um homem que apesar de ter o status permanente de eterno presidente da Confederação Brasileira de Atletismo, mesmo estando afastado, é figura onipresente na respeitada instituição com peso mundial.

Amazonas existiram? Eis a questão!!!

“Lendas e relatos que se perdem no tempo, guardam uma verdade oculta; as Amazonas, guerreiras e guardiãs da Floresta Amazônica, NUNCA existiram”

Uma visão um tanto quanto “sobrenatural”, teria se perpetuado na memória do então explorador espanhol Francisco Orellana, da armada espanhola. Conforme ele próprio teria relatado, no ano de 1540, participou de uma jornada exploratória na América do Sul, atravessando uma floresta tanto grandiosa quanto assustadora e um extenso e misterioso rio que cruzava o paraíso verde até então inexplorado.
Conforme historiadores que se debruçam em livros e artigos antigos, as Amazonas não passavam de uma visão apressada dos “colonizadores”. Em meio ao clima de batalha, constavam muitas mulheres entre os guerreiros, que na verdade nada mais eram que “ajudadoras” dos homens, auxiliando a municiar guerreiros com flechas, somente.

A HISTÓRIA DO FUTEBOL NO AMAZONAS

Em 1875 linhas regulares de navegação uniam três vezes ao ano Manáos a Liverpool e junto com estas, vieram aqui se estabelecer casas comerciais com gerentes ingleses e suas famílias, encontrando excelentes oportunidades para o comercio exportador, casas bancárias e serviços (transporte, água, luz, telefone, telegrafo, vestuário e distribuição de gêneros alimentícios), religião, educação doméstica e práticas esportivas. A medida que a colônia  inglesa se expandiu  criaram-se clubes e bairros apartados da cidade.
UM DOMINGO DE FUTEBOL QUE ENTROU PARA A HISTÓRIA
O primeiro nome da ponte dos Bilhares foi ponte Floriano Peixoto, precedido por ponte de Dr. Eduardo Ribeiro e posteriormente Ponte Dr. Campos Salles. Na sua proximidade do lado esquerdo da linha do bond ficava o Bosque Municipal.
Naquele domingo à tarde, dia 14 de junho de 1914, o local pitoresco serviria de cenário para o tradicional embate em campo entre dois tradicionais rivais que durante toda a semana tinham intensificado os seus treinos. O dia estava bem ensolarado sem nenhum indicio de chuva que pudesse estragar o espetáculo.